CHOQUE DE POSTURA

 


O Santos hoje vive uma mentalidade medíocre sob a condução de Marcelo Teixeira.
Uma mentalidade pequena, defensiva, que administra o passado, mas não constrói o futuro.

Isso não é Santos.

O DNA do Santos Futebol Clube nunca foi o do medo.
Sempre foi o da ousadia, da grandeza e da coragem.

Foi assim com Pelé, que mudou o futebol para sempre.
Com Pepe, que fez do gol um ato de arte.
Com Athiê Jorge Koury, que pensava o clube como potência mundial.
Com Neymar, que devolveu alegria, irreverência e protagonismo ao planeta bola.
E com tantos outros que entenderam uma coisa simples:
o Santos não entra para competir — entra para vencer.

Eu já me imagino vencedor.
Já me imagino campeão.
Não por arrogância, mas porque minha trajetória sempre foi construída assim:
pensando grande, mirando alto, recusando a mediocridade.

E essa trajetória combina com a do Santos.
Porque quando o Santos foi fiel à sua essência, ele foi gigante.
Quando abandonou sua coragem, encolheu.

O Santos não nasceu para sobreviver.
Nasceu para liderar, encantar e ganhar.

E quem entende isso, já começa a vencer antes mesmo de levantar a taça.